Loja de aplicativos do Linux Mint esconderá flatpaks não verificados
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Loja de aplicativos do Linux Mint esconderá flatpaks não verificados

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Mensalmente, os desenvolvedores do Linux Mint revelam novidades sobre o que estão criando para o sistema, dessa vez, em junho, foram poucas novidades, mas relevantes. A principal: aplicativos no formato flatpak que não estão verificados, ficam escondidos na loja. 

Uma loja de aplicativos mais rápida e segura para o Linux Mint

Um dos formatos de aplicativos mais populares no mundo Linux, os flatpaks se destacam por serem relativamente isolados do restante do sistema e conseguem ser atualizados mais rapidamente pelos desenvolvedores de aplicativos. Entretanto, apenas cerca de 40% dos flatpaks são verificados, quanto aos demais, não há garantia sobre sua procedência. O flatpak do Google Chrome, por exemplo, não é mantido pelos desenvolvedores oficiais, por isso, não pode ser verificado.

Por isso, o Linux Mint optou para, a partir da versão 22, que ainda está por vir, esconder os flatpaks não verificados de sua loja de aplicativos. Atualmente, a loja do Linux Mint distribui softwares pelos formatos .deb e flatpak, essa mudança pode ocasionar uma diferença considerável numa primeira experiência com o sistema, com menos aplicativos disponíveis explicitamente. Por outro lado, tem o potencial de incrementar a segurança de usuários menos experientes, que não terão acesso imediato a aplicativos potencialmente perigosos.

Ainda assim, quem desejar acessar toda a biblioteca do flathub pela loja de aplicativos do Linux Mint, consegue alterar essa configuração pelas opções. Abaixo da chave para habilitar aplicativos não verificados, há um alerta sobre o risco potencial. Outra novidade que encontramos por aqui é a opção de decidir o que a loja deve mostrar quando um aplicativo está disponível em Flatpak e .deb, podendo exibir os dois, ou apenas um.

Loja de aplicativos do Linux Mint esconderá flatpaks não verificados 1
Imagem: Linux Mint

Habilitando mostrar flatpaks não verificados, ao acessar a página de um desses aplicativos pela loja, eles têm uma marcação bastante evidente, além de não mostrar a nota dada pelos usuários, nem os comentários. Na página de busca, eles são listados por último, mesmo quando os verificados tem menor relevância para a pesquisa.

Loja de aplicativos do Linux Mint esconderá flatpaks não verificados 2
Imagem: Linux Mint

Mais uma adição para a loja de aplicativos é que os desenvolvedores declararam que a deixaram mais rápida, com a página inicial carregando instantaneamente. Ainda não tivemos a oportunidade de testar para confirmar a veracidade, mas ser rápido parece uma tendência na evolução de lojas de aplicativos em distros Linux.

Na última postagem mensal, a equipe do Linux Mint comentou que estão adotando um novo meio de comunicação para a comunidade oficial do sistema, utilizando um software open source chamado Matrix. Neste ponto, eles já contam com mais de 600 membros no espaço do Linux Mint e mais de 2400 no canal principal. A intenção é melhorar o acesso ao suporte técnico, assim como a comunicação entre desenvolvedores do sistema e até mesmo de outros projetos.

Outra novidade que vem se desenrolando desde o último mês, é a intenção de tornar os XApps universais, em contraponto aos aplicativos do GNOME que cada vez mais focam em manter seu tema, que vem se tornando cada vez mais específico e diferente dos demais. Isso chamou atenção para o problema, que está sendo discutido por diversas comunidades, inclusive do GNOME, mas ainda sem nada definido.

Gosta do Linux Mint? Então aprenda a instalar e configurar o sistema de modo a não se preocupar se haverá algum problema.

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